Mudei, cansei mesmo do wordpress e voltei para o blogspot.
Me adicionem lá, certo??
www.daah.blogspot.com
bye!
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Mudei, cansei mesmo do wordpress e voltei para o blogspot.
Me adicionem lá, certo??
www.daah.blogspot.com
bye!
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Chega dessa insegurança desnecessária, ou mesmo que necessária, chega!
Chega dessa coisa de me sentir inferior…
Chega de pedidos de desculpas desnecessários e de discursos falhos.
Chega de se endividar até os ouvidos!
Chega de sonhar, sonhar só traz ilusão…
Chega de ser o que sou!
Já passou da hora de amadurecer…
E a hora é agora!
Acordei, estou crescendo… já mais do que na hora!
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” Sou daquelas almas que as mulheres dizem que amam, e nunca reconhecem quando encontram, daquelas que, se elas as reconhecessem, mesmo assim não as reconheceriam. Sofro a delicadeza dos meus sentimentos com uma atenção desdenhosa. Tenho todas as qualidades, pelas quais são admirados os poeta românticos, mesmo aquela falta dessas qualidades, pela qual se é realmente poeta romântico. Encontro-me descrito (em parte) em vários romances como protagonista de vários enredos; mas o essencial da minha vida, como da minha alma, é não ser nunca protagonista.”
Foto por Daah Oliveira.
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Depois que meu curso começou, meus dias estão muito corridos. Na verdade, eu ainda não me programei, agora… na verdade na verdade, os únicos horários que realmente sigo são o do trabalho e do curso. E o tempo que sobra é pra namorar e tirar foto, claro!Rs…
Mas tenho novidades, que vou contar rápidinho…
Ganhei um carro, estou de máquina profissional lindíssima e estou ruiva. Ui!
E pra quem quiser ver minhas fotos:
Postado em Carro, Fotografia, Trabalho, Visual | 5 Comentários »
FELIZ ANIVERSÁRIO MEU AMOR!
Parabéns minha vida, tudo de bom hoje e sempre pra você!
É muito bom poder dar parabéns mais um ano, compartilhar mais um aniversário, mais uma conquista.
Conte comigo sempre!
Toda felicidade do mundo!
TE AMO!
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“É fazer das pequenas coisas um espetáculo aos seus olhos; é você proteger sua emoção e não deixar que o lixo de fora (as injustiças, as perdas, as contrariedades) invadam o território da psique e roubem a sua tranqüilidade. É também gerenciar os pensamentos, deixar de ser “marionete” das idéias negativas e se tornar líder do teatro da mente. É sentir a brisa no rosto, sentir o prazer em se alimentar de maneira gostosa e saudável, de elogiar um amigo e de olhar para a vida e saber que nós sabemos muito pouco sobre ela e se encantar com toda a existência.”
Augusto Cury, fala sobre qualidade de vida na atualidade.
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Passou, finalmente passou…rs
As minhas tpm’s com certeza não são piores ou melhores do que a de ninguém. Toda mulher sofre desse mal, e é uma coisa na qual eu já me acostumei. Mas ando em busca de uns remediozinhos que aliviam isso, porque sinceramente eu não considero normal… Quem é mulher, irá me entender!
Quem sofre com isso? Com certeza não sou eu, ou talvez seja… mas quem leva o pato é sempre quem é mais próximo, assim como o namorado, a melhor amiga… a mãe, e principalmente o irmão. Nessa fase não adianta, não tenho paciência com nada, muito menos com ninguém…rs. É triiiiste, viu?
Mas são águas passadas. Passou, estou bem melhor eu diria. As situações que podem acontecer essa semana poderam arcar com bons resultados futuramente. Mas disso eu não falo, até que esteja totalmente certo e resolvido. Só falo sobre isso com o namorado…rs!Vocês entendem né?! Mas juro… contarei futuramente com mais detalhes.
Só torçam por mim…
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Fui, porque eu trabalhei o dia todo hoje e amanhã levanto mais cedo do que de costume!Lere Lere…rs!
Postado em TPM | 5 Comentários »
Não que seja bem vinda, mas já que ela é inevitável de certa maneira, seja bem vinda mesmo assim.
Bem vinda também as incertezas que a acompanham, ou seria desconfianças?
Porre ficar assim ein?
Se eu não consigo entender o que se passa… imagine explicar pra alguém?
Mas passa, infelizmente ou felizmente sempre passa.
O bom mesmo é ter aquele alguém amado por perto… e isso que pretendo fazer hoje. Sem interrupçoes, só nós dois!
Postado em TPM | 3 Comentários »
Amanhecia. Não havia ninguém na rua.
Não, foi assim: debruçado no terraço, ele olhou primeiro para cima - e viu que o azul do céu quase preto aqui e ali se fazia cinza cada vez mais claro em direção ao horizonte, se houvesse horizonte, em todo caso atrás dos últimos edifícios que eram, digamos, um sucedâneo de horizontes. E amanhecia, concluiu então. Debruçado no terraço, ele olhou segundo para baixo - e viu que na longa rua não havia rumores nem carros nem pessoas, só os sete viadutos também desertos. Não havia ninguém na rua, concluiu ainda.
Debruçado no terraço, amanhecia.
Ao mesmo tempo, em seguida, um de-dentro pensou: e se alguém realmente e finalmente apertou o botão? e se aquele cinza-claro no sucedâneo de horizonte for o clarão metálico? e se eu estava dormindo quando tudo aconteceu? e se fiquei sozinho na cidade, no país, no continente, no planeta? Sabia que não. E um outro de-dentro pensava também, se sobrepujando mais claro, quase organizado, não totalmente porque para dizer a verdade não era um pensamento nem uma emoção, mas algo assim como o cinza-claro brotando natural por sobre o horizonte, se houvesse horizonte, ou como o vento fresco batendo nas cortinas, ou ainda como se uma onda nascesse daquele imóvel mar ativo, ali onde começa a luz, onde começa o vento, onde começa a onda, desse lugar qualquer que eu não sei, nem você, nem ele sabia agora: brotou qualquer coisa como - não quero ser piegas, mas talvez não tenha outro jeito - uma luz, um vento, uma onda. Exatamente. Uma onda calma ou arquejante, um vento minuano ou siroco, uma luz mortiça ou luminosa, repito que brotou, repetiu incrédulo.
Ele teve certeza. Ou claras suspeitas. Que talvez não houvesse lesões, no sentido de perder, mas acúmulos no sentido de somar? Sim sim. Transmutações e não perdas irreparáveis, alices-davis que o tempo levara, mas substituições oportunas, como se fossem mágicas, tão a seu tempo viriam, alices-davis que um tempo novo traria? Não era uma sensação química. Ele não tinha a boca seca nem as pupilas dilatadas. Estava exatamente como era, sem aditivos.
Vou-me embora, pensou: a estrada é longa.
Tocou então o próprio corpo. Uma glória interior, foi assim que batizou solene, infinitamente delicado, quando ela brotou. Arpejo, foi o que lhe ocorreu, ridículo complacente, cor-nu-có-pia soletrou, quero um instante assim barroco, desejou. Mas vestido de amarelo como estava, visto de costas contra o céu, supondo que uma câmera cinematográfica colocada aqui na porta desta sala o enquadrasse agora pareceria quase bizantino, ouro sobre azul, magreza mística, que tinha sua cultura, sua leitura. E culpa alguma. Gótico, gemeu torcido, unindo as duas mãos no sexo, no ventre, no peito, no rosto e elevando-as acima da cabeça.
O sol estava nascendo.
Poderia talvez ser internado no próximo minuto, mas era realmente um pouco assim como se ouvisse as notas iniciais de A sagração da primavera. O gosto mofado de morangos tinha desaparecido. Como uma dor de cabeça, de repente. Tinha cinco anos mais que trinta. Estava na metade, supondo que setenta fosse sua conta. Mas era um homem recém-nascido quando voltou-se devagar, num giro de cento e oitenta graus sobre os próprios pés, para deslizar as costas pela sacada até ficar de joelhos sobre os ladrilhos escuros, as mãos postas sobre o sexo.
Abriu os dedos. Absolutamente calmo, absolutamente claro, absolutamente só enquanto considerava atento, observando os canteiros de cimento: será possível plantar morangos aqui? Ou se não aqui, procurar algum lugar em outro lugar? Frescos morangos vivos vermelhos.
Achava que sim.
Que sim.
Sim.
Caio F.
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Já apertou. E está começando a doer. Que chegue logo o dia 04, ou 09… sei lá. Passa Daah! Passa…
Postado em Namorado, Saudade, Surto | 2 Comentários »